Enquanto estava no Seminário aprendi muito com Deus. Muitas lutas, dificuldades mas como eu disse pude pela graça de Deus vencer a todas. Neste tempo meu pai veio a falecer isto foi um tremendo baque para mim e toda a minha família. A dor da perda é superada mas nunca esquecida. Até hoje sinto saudades do meu pai.
Terminei o Seminário me formei.
Eu fiquei pensando o que eu vou fazer agora? O que Deus quer de mim será que é só ficar trabalhando no Seminário? Não. Esta foi a resposta de Deus. Continuava a orar buscando em Deus a resposta. Até que um certo dia a diretora pedagógica do Seminário me chamou para ser coordenadora do curso de missões transculturais.
Junto com o último ano de Seminário eu fiz o curso de Clínica Pastoral e este curso foi bom e importante para mim, pois agora eu teria que pastorear e ensinar um grupo em treinamento missionário transcultural.
Eu coordenava e liderava. Junto comigo na liderança; pois viajávamos nos finais de semana e em novembro havia a viagem transcultural (durava o mês todo e era a um país da América Latina),estava um rapaz que todos gostavam. Mas a conduta dele era de rebeldia. Ele rebelava os alunos contra o Seminário. Fui observando e relatei os fatos a diretoria (Pr Adriano e a irmã Ruth) após analisarem os fatos orientados por Deus eles resolveram afastar este rapaz do grupo pois a influência dele era prejudicial. A turma não falou nada. Dentre as matérias oferecidas havia uma onde a pessoa era trabalhada onde expunha seus temores, conflitos e a real razão de querer fazer missões: fuga ou chamado? Aí aconteceu uma coisa, mas fica para a próxima vez.
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